Oi pessoal, sei que estou meio atrasadinha, mas gostaria de compartilhar o que fiz mês passado para as Professoras Visitantes da Ala...
Comprei um mini panetone, fiz um pacotinho com um saquinho decorado de natal vermelho e fechei com uma fitinha verde... Ficou bem bonitinho...
Anexei uma mensagem de natal que encontrei na revistinha O Amigo da Primeira Presidência.
Quero fazer desse blog um local para compartilhar meus sentimentos, testemunhos, idéias, opiniões, fotos, notícias, novidades, alegrias e até tristezas...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Visita Realizada!
Nesse último domingo do mês de novembro fiz um mimo para as irmãs que concluíram as suas visitas...
Coloquei num pacotinho 2 pãezinhos de mel e uma fitinha com uma mensagem... Ficou uma grcionha e as irmãs adoraram a lembrança. Fiquei muito feliz com o resultado... pena a minha máquina ter parado de funcionar pois eu ia tirar fotos para colocar no blog... Mas segue a mensagem que coloquei, peguei a mensagem se não me engano no professoravisitantesud.blogspot.com, mas fiz as minhas modificações.
Bjks
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Não imaginei sentir tanta falta...
Oi pessoal, na sexta feira passada recebi um telefonema ás 6:00 hs da minha cunhada dizendo para eu ligar com urgência para minha mãe(biológica). Ao ligar pra ela recebo a notícia de que meu irmão caçula havia sido assassinado.
Entrei em desespero, não sabia o que pensar ou fazer... entrei nos sites de linhas aéreas e comprei as passagens... Embarquei com a Duda ás 13:00 hs de sexta feira, ao encontrar a minha mãe inconsolável não tive reação a não ser chorar... Ficamos abraçadas por uns 3 minutos...
O dia passou e o telefone não parou de tocar, a casa cheia o dia inteiro, os amigos indo abraçar a família pelo acontecido.
Meu irmão era usuário de drogas e começou a fazer favores aos bandidos para pagar a droga que consumia, acabou se tornando um deles, no entanto nós da família sabíamos, conversávamos com ele sobre o assunto, mas NUNCA presenciamos nada, eu nunca vi meu irmão bêbado ou drogado... pois qd ele estava fora de si não voltava pra casa. Ele apesar disso tudo, era muito carinhoso, tocava qualquer instrumento que dessem na mão dele, era brincalhão e adorava uma festa...
Na quinta feira, ele passou o dia inteiro em casa... brincou com a filhinha dele (que tem a idade da Duda, 1 ano e 9 meses) e conversou com a minha mãe... Estava se despedindo...
Uns "amigos" vieram chamar ele em casa e ele disse que não ia, não queria sair de casa pois estava com o dente doendo e a boca inchada... mas os "amigos" insistiram e ele depois de uma discussão acabou indo... disse pra minha mãe que já voltava e não voltou...
Eles foram invadir um morro lá no Rio e meu irmão estava dirigindo um dos carros, qd os carros passaram a polícia atirou e acertou o meu irmão na altura do peito... a bala perfurou a veia aorta o matando na hora...
No sábado pela manhã, fomos até o cemitério onde seria o velório e enterro... Saber que seu irmão morreu é uma situação muito triste, mas ver o seu irmão dentro de um caixão... não tem explicação... Qd ele nasceu eu tinha 6 anos e tudo o que vivemos juntos veio á tona... Brigas, discussões, conversas, danças, bagunças, brincadeiras, beijos, abraços, TUDO... Ver a minha mãe e meu padrasto chorando em cima do corpo do meu irmão, foi a cena mais triste e mais chocante que já vi na minha vida... agora que sou mãe a minha visão é outra e não consigo imaginar a dor de uma mãe que perde o seu filho.
Por isso a Vanessa é um exemplo de força e nobreza pra mim, pois qd eu soube da morte da Carol entrei em parafuso, pois poderia ter sido a minha filhinha tbm...
Sei que agora ele descansou e toda a família vai ter descanso tbm... Já peguei todas as informações para realizar as ordenanças por ele ano que vem... Aos 22 anos nos deixou saudades e oro para que ele se torne um missionário agora...
domingo, 8 de novembro de 2009
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS
Esse fim de semana descobri que contar histórias não é tão fácil quanto pensava... Eu me achava uma ótima contadora de histórias ao interpretar e me fantasiar para os meus alunos.
Ainda bem que resolvi me aperfeiçoar no assunto me inscrevendo para o curso "A Arte de Contar Histórias".
Ainda bem que resolvi me aperfeiçoar no assunto me inscrevendo para o curso "A Arte de Contar Histórias".
Lá fiz novos amigos, e aprendi literalmente que contar histórias é uma arte...
Aprendi que é necessário SENTIR a história para depois PENSAR e AGIR...
Aprendi que a história é PRA FORA, que é preciso concentração e foco para se fazer sentir... Aprendi que eu não sabia NADA sobre contar história e aprendi na marra a ser humilde e aceitar que eu tinha MUITO o que aprender...
Aprendi que ser FORMIGUINHA não tá com nada... Aprendi que a palavra AÇOUGUE pode ser aterorizante se pronunciada pelo lobisomem Guilherme
Aprendi a dar e receber a história...
Aprendi que na ultima turma do ano so haviam Bruxas e Lobisomens...
Aprendi a invocar os elementos da Terra...
Aprendi a ter um bom reflexo quando a Martha jogava um bastão pra um lado olhando para outro...
Aprendi as musiquinhas do Mauro e que o Zé é o cara mais puxa saco do mundo, pois NUNCA tá ocupado para o chefe...
Aprendi que cantar Lá vem o Sol sem o tchururu não tem a menor graça...
Aprendi que a minha filha é a Menina Bonita do Laço de Fita...
Aprendi que contar histórias é um desafio...
Aprendi que a minha filha chora SEMPRE na hora errada... Aprendi que eu não sou a única maluca e que viaja com as histórias...
Aprendi que é importante PISCAR...
Eu AMEI fazer esse curso, superou TODAS as minhas expectativas... Adorei fazer novos amigos, adorei aprender a contar historias...
O meu MUITO OBRIGADA para a Martha, pro Mauro, pra Sandra e Maisa, para TODOS os meus amigos contadores de historias e para os voluntários da Casa do Contador de Historias que estavam la para nos ajudar, incentivar e prestigiar.
Bjooooooooooooooooo
Crix Freire
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Ser Mãe...
Recebi esse lindo texto de uma amiga do Grupo Mulheres Sud... LINDO!!!!!
É a história de uma mãe conversando com a sua filha já adulta:
Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira.
'Você acha que eu deveria ter um bebê?'
'Vai mudar a sua vida,' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
'Eu sei,' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana,
nada de férias espontâneas.. .'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha,tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se
perguntar 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de
avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela
investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se
questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida -- não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se
tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho.Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela
sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Incentivo para as Professoras Visitantes e Mestres Familiares
Recebi um email de uma amiga chamada Elis uma linda mensagem do nosso amado profeta. Aproveitei a mensagem e fiz um marcador com uma frase que me marcou.
Segue o link do vídeo e o marcador que fiz.
Um ótimo incentivo para as visitas de Mestre Familiar e Professoras Visitantes para o mês de novembro.
Segue o link do vídeo e o marcador que fiz.
Um ótimo incentivo para as visitas de Mestre Familiar e Professoras Visitantes para o mês de novembro.
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